quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Franceses da Vinci vão gerir a ANA por 50 anos

Governo escolheu esta quinta-feira o vencedor da privatização da gestora aeroportuária, que ficará concluída no início do próximo ano e sem investidores portugueses.

Os franceses da Vinci foram os escolhidos, de entre um lote de quatro candidatos, para comprar a ANA, anunciou o Governo. A decisão foi tomada nesta quinta-feira em Conselho de Ministros, deixando para trás a alemã Fraport, o consórcio que juntava a suíça Zurich Flughafen, os brasileiros da CCR e o fundo de investimento GIP e, finalmente, os argentinos da Corporación América, que concorriam com duas empresas portuguesas: Sonae Sierra e Empark. A oferta do grupo francês foi de 3080 milhões de euros, sendo a mais elevada das propostas finais..

Os novos donos da empresa, que terão de pagar no imediato um sinal de 100 milhões de euros para garantir que avançam com a operação, ficarão com a concessão dos aeroportos portugueses por um período de 50 anos. A Vinci ficará com 95% da ANA, não podendo desfazer-se do capital durante cinco anos. Os restantes 5% serão reservados para os trabalhadores. O contrato será assinado no início do próximo ano.

A Vinci é uma empresa francesa que opera no sector da construção e das concessões, tendo interesses em diversas áreas, das redes rodoviárias (é accionista da Lusoponte, concessionária das pontes Vasco da Gama e 25 de Abril) a estádios de futebol. Actualmente, gere 12 aeroportos (nove em França e três no Camboja), que movimentam no conjunto 8,5 milhões de passageiros por ano.

A decisão acontece uma semana depois de o executivo ter optado porsuspender a privatização da TAP.

Fonte: Público

As fotografias de Joel Santos são muitas viagens

Uma paixão de sempre e uma aposta atual: A FOTOGRAFIA. É verdade, sempre gostei de fotografia, principalmente porque gosto de registar momentos quer seja no meu dia a dia, quer seja nas minhas viagens!
Quem me conhece diz que eu não vivo sem a minha máquina fotográfica e, é verdade, ela está sempre comigo.
Recentemente tive oportunidade de me inscrever num curso de Fotografia Digital... e lá fui eu... concretizar mais um sonho! Estou maravilhada com a magia que uma máquina faz! 
Hoje partilho convosco um artigo que fala de um conceituado nome da fotografia, Joel Santos... um fotografo que alia a fotografia às viagens!

O fotógrafo Joel Santos mostra as suas "Viagens" pelo mundo numa exposição que até se estende ao Martim Moniz. Um conjunto de imagens que são um passaporte para o universo deste premiado profissional que acaba de lançar novo manual de edição fotográfica, após editar um FotoPad ou publicar um livro de retratos da Índia.
Quem passar por estes dias pela praça do Martim Moniz, por entre os quiosques do Mercado Fusão, repara que há por ali ainda mais mundo que habitualmente. Além das gastronomias de vários pontos do planeta, a praça volta a ser uma galeria de arte ao ar livre, com grandes fotografias que retratam a China ou a Índia. São parte das "Viagens" de Joel Santos e estarão por ali durante os próximos três meses. São também um aperitivo para uma mostra maior que este fotógrafo viajante inaugurou esta semana.

E, depois de uma década de muitas viagens e milhares de registos, como se escolhem apenas duas dezenas de imagens que retratem o mundo de uma pessoa? Ou, mais difícil, que retratem o mundo deste economista que trocou as economias pela fotografia profissional? "É mais difícil escolher do que fazer", diz-nos Joel Santos, 34 anos. "É como escolher entre filhos". Mas os "filhos" estão escolhidos: são 21 imagens, reunidas sob o mote "Viagens". 

O fotógrafo - especializado em viagens, natureza e retratos, formador, guia e autor de livros sobre fotografia - leva-nos à China e Índia, Indonésia e Timor-Leste, Islândia e Escócia, e, entre outros destinos, a alguns sítios menos vistos de Portugal. Para Joel Santos é uma mostra que cai como cereja no bolo numa temporada profícua que incluiu livros de retratos da Índia ou dedicados à edição fotográfica.

Para a exposição agora estreada, Santos estabeleceu critérios simples: "Teria que ter 80% de trabalhos recentes, sendo que muitas das coisas foram feitas já este ano", conta-nos. "Queria imagens que levassem as pessoas a sítios importantes para mim" e que "fossem bastante diferentes". "Para mim, é importante ter variedade, no tipo de paisagens, claro, mas também no tipo de cores do conjunto", refere, pensando também na viagem que cada espectador fará pela mostra. "E sou muito picuinhas com a qualidade, grande parte do meu prazer é o momento, mas também o rigor com que consigo registar", diz.

"Viagens" é uma verdadeira volta ao mundo, composta por "sítios emblemáticos" onde esteve. Vamos de uma muralha a um edifício mais moderno na China, de locais "muitas vezes virgens" a pontos de um Portugal menos conhecido, nas ilhas das Flores ou Corvo ou mesmo uma gruta no Algarve.

A economia da fotografia

Licenciado e mestre em Economia, Joel Santos confessa que não se via "como o típico economista" - "mas continuo a ser um economista internamente", "a parte racional vem da Economia". Não em vão, gere a sua própria empresa. Começou por dedicar-se, como hobby, à fotografia. Seria em 2004 que uma grande viagem lhe mudaria a vida. Passou três anos em Timor-Leste, como docente da Universidade de Economia, numa experiência que também o marcaria a nível fotográfico, apaixonando-se pelo "retrato espontâneo e pela reportagem de vida quotidiana". Já em Portugal, passaria pelas revistas especializas "FotoDigital" e "O mundo da Fotografia Digital" (que dirigiu) e começaria a colaborar com publicações várias, tanto nacionais como estrangeiras, com centenas de artigos e fotos publicados e prémios vários conquistados.
Dedicando-se a leccionar vários workshops, cursos e até a guiar viagens fotográficas (com a fotógrafa Magali Tarouca), o último livro publicado por Santos vai dirigido a quem gosta de fotografar e quer ampliar as suas capacidades de edição digital. O título explica tudo: "Fotoedição: O Guia Essencial de Pós-produção com Photoshop Lightroom e Adobe Camera Raw", lançado em Novembro. Segue-se a outros "best-sellers" dedicados à arte fotográfica e ao digital (o primeiro foi em 2007). Santos faz uma ressalva: "É o que se pode fazer a partir do momento em que já registamos a imagem, o que se pode fazer com ela. Mas fora das conotações de fabricar uma foto em casa. Não acredito nisso", afirma: "O meu trabalho não é assim". "É essencial dar o melhor no terreno, depois vamos à revelação".

Mas esta não é a única edição do autor nos últimos tempos. Já este ano, lançou um criativo FotoPad, um caderno e guia de terreno que faz lembrar os temáticos "moleskine" mas que está repleto de conteúdo. "É uma espécie de livro enriquecido com dicas, cábulas para ajudar... É um bloco de notas para o terreno", resume. E, refira-se, em lugar de incluir fotos, é profusamente ilustrado pela arte a aguarelas de Tiago Cruz.

Já nos finais de 2011, Joel Santos levava-nos por rostos da Índia com "A Cor do Contraste". Uma edição luxuosa para uma colecção de retratos da "sua" Índia, em que os rostos substituem os habituais ex-líbris indianos. "Antes de pensar em fotografia, já tinha o sonho da Índia", diz-nos. Uma viagem marcante que até cumpriu algumas moléstias em que incorrem muitos viajantes por aquele país. "Aleijei-me", "fiquei mal do estômago...". Mas ainda assim, foi "tão intenso que a vontade tornou-se paixão": "Concentrei-me nas pessoas e o livro é uma viagem pela Índia, através dos seus olhares, um contacto muito íntimo. Sem mostrar um monumento ou um local". É como se os verdadeiros monumentos do país fossem as suas pessoas.

Aliás, quem quiser acompanhar o autor pela Índia pode até fazê-lo em breve, já que uma das suas actividades é ser guia de viagens fotográficas (em colaboração com a agência Papa-Léguas) e a próxima é precisamente à explosão de cores que é o Festival Holi, em Março. Ao longo do ano, vai sempre realizando algumas destas viagens fotográficas, dentro e fora do país. "São grupos pequeninos, de três, seis, 12 pessoas", explica. "Damos apoio fotográfico nestes destinos que conhecemos muito bem. Índia, China, Indonésia...". O participante tem a oportunidade do turismo e de melhorar no "terreno real" a sua fotografia de viagens. E, refere, "o fotografar não se prende apenas com a técnica", explica, exemplificando: "Nota-se que muita gente é tímida, aconselhamos como interagir com as pessoas que se quer fotografar, sem 'vestir a pele do caçador'".

Para 2013, a agenda de Joel Santos promete continuar cheia. "Provavelmente", lançará um novo livro, "ainda em fase de planeamento", prosseguem as sessões de formação e workshops (também em colaboração com a Papa-Léguas ou a comunidade fotográfica Retina), além de "seis ou sete viagens fotográficas". Na manga ainda, até porque é "embaixador" da marca Canon para a Europa (em retrato, natureza e fotografia de viagem), alguns projectos a nível internacional.

Enquanto isso, é acompanhar a odisseia do fotógrafo resumida na mostra "Viagens": além das grandes imagens do Martim Moniz, a exposição poderá ser vista na Colorfoto (Alvalade, Av. da Igreja, 39 D/E); depois de Lisboa, deverá seguir para o Porto e, possivelmente, Algarve e Açores.

Fonte:  Fugas Viagens do Público

sábado, 13 de outubro de 2012

Os melhores destinos

Os utilizadores do TripAdivsor, provavelmente o mais influente portal de viagens do mundo, colocaram a capital portuguesa à beira do top 10 dos seus destinos europeus preferidos: um honroso 11.º lugar, à frente de Madrid, Veneza, Budapeste ou São Petersburgo. Mas em tops recentes dos Traveler's Choice, há mais estrelas lusas: casos de Albufeira, 6.º melhor destino de praia da Europa, ou do Reid's Palace do Funchal, o 25.º melhor hotel do mundo.

Top 25 Destinos na Europa

1. Londres, Reino Unido
2. Roma, Itália,
3. Paris, França
4. Istambul, Turquia
5. Barcelona, Espanha
6. Berlim, Alemanha
7. Florença, Itália
8. Praga, República Checa
9. Dublin, Irlanda
10. Amesterdão, Holanda
11. Lisboa, Portugal
12. Veneza, Itália
13. Edimburgo, Reino Unido
14. Madrid, Espanha
15. São Petersburgo, Rússia
16. Budapeste, Hungria
17. Viena, Áustria
18. Munique, Alemanha
19. Santorini, Grécia
20. Sorrento, Itália
21. Cracóvia, Polónia
22. Zermatt, Suíça
23. Taormina, Itália
24. Positano, Itália
25. Palermo, Itália

Top 10 Destinos do Mundo

1. Londres, Reino Unido
2. Nova Iorque, EUA
3. Roma, Itália
4. Paris, França
5. São Francisco, EUA
6. Marraquexe, Marrocos
7. Istambul, Turquia
8. Barcelona, Espanha
9. Siem Reap, Cambodja
10. Berlim, Alemanha

Top 10 Praias da Europa


1. Oludeniz, Turquia2. Icmeler, Turquia
3. Port d'Alcudia, Maiorca, Espanha
4. Bournemouth, Reino Unido
5. Benidorm, Espanha
6. Albufeira, Portugal
7. Antalya, Turquia
8. Playa del Ingles, Grande Canária, Espanha
9. Corralejo, Fuerteventura, Espanha
10. Puerto del Carmen, Lanzarote, Espanha

Top 10 Praias do Mundo 

1. Providenciales, Turcos e Caicos, Bahamas
2. Palm/Eagle Beach, Aruba (Caraíbas)
3. Tulum, México
4. Negril, Jamaica
5. Saint Pete Beach, Florida, EUA
6. Boracay, Filipinas
7. Cancún, México
8. Punta Cana, República Dominicana
9. Miami Beach, Florida, EUA
10. Varadero, Cuba

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Portugal eleito melhor destino de golfe europeu e Algarve melhor destino de praia

Portugal foi hoje distinguido com o galardão de melhor destino de golfe da Europa e a região do Algarve foi considerada o melhor destino de praia europeu, na gala europeia dos World Travel Awards 2012, realizada no Algarve.

No que respeita às categorias disputadas apenas entre unidades portuguesas, o Algarve revelou-se o grande vencedor, arrecadando sete de oito galardões.

O único hotel fora do Algarve distinguido pelos World Travel Awards (WTA) foi o Bairro Alto Hotel, em Lisboa, considerado o melhor boutique hotel português.

Cristopher Frost, vice presidente dos WTA, disse aos jornalistas que estes prémios são a prova de que o Algarve é um «excelente mercado» e de que os turistas continuam a visitar a região, sobretudo os clientes de resorts de luxo, que não estão a ser tão afetados pela crise.

A entrega dos galardões, considerados os óscares do turismo, decorreu no recém inaugurado hotel Conrad Algarve, na Quinta do Lago, numa iniciativa organizada em parceria com o Turismo do Algarve, que contou com a presença de representantes de 35 países.

O hotel Vila Joya, no Algarve, foi considerado o melhor boutique ¿resort¿ europeu, à semelhança de edições anteriores, e o Conrad Algarve o melhor novo ¿resort¿ europeu.

As unidades hoteleiras Dunas Douradas Beach Club e Martinhal Beach Resort & Hotel, no Algarve, foram ainda distinguidas com os prémios de melhor complexo de moradias e melhor «villa resort», respetivamente.

A distinção para o melhor hotel para conferências foi atribuída ao Ria Park Hotel & Spa, tendo o Sheraton Algarve Hotel e Pine Cliffs Resort sido distinguido como o melhor resort familiar.

Os restantes hotéis distinguidos foram o Le Meridien Penina, considerado o melhor golfe resort, o Hilton Vilamoura, considerado o melhor hotel, e o Conrad Algarve, distinguido como o melhor novo resort de luxo.

O Le Meridien Penina Golf & Resort recebeu ainda o prémio para melhor resort, enquanto o Blu & Green Vilalara Thalassa Resort foi considerado o melhor Spa resort.

A cerimónia de prémios WTA, aclamada como os óscares da indústria de viagens pelos órgãos de comunicação mundiais, premeia as marcas do setor do turismo que deram o maior contributo para a indústria ao longo do ano.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

8 maneiras de estragar uma viagem

Este é um artigo de Luciana Carvalho que retirei da Exame.com, uma vez que está em Português do Brasil vou reescrevê-lo com um cunho pessoal.

Não pesquisar sobre o destino ou levar muita coisa na mala são algumas das formas de arruinar uma viagem para lugares desconhecidos.

O sucesso de uma viagem não é medido apenas pela quantidade de fotografias que se trás de um destino. Por trás de centenas de imagens alegres, podem esconder-se grandes frustrações causadas pela falta de planeamento ou de sintonia entre os turistas. 
Antes de comprar os vôos e fazer a mala, é importante ficar atento a alguns pontos que podem transformar uma viagem em puro strese. Depois de percorrer muitas milhas, as jornalistas Adriana Setti, especializada em turismo e blogueira do ViajeAqui, e Laura Capanema, repórter da revista Viagem e Turismo, juntaram as suas experiências e disseram a EXAME.com as principais formas de estragar uma viagem.

ERRO: Escolher um destino que não se encaixa em seu perfil

Nem todos os roteiros são para qualquer pessoa. Decidir um lugar que não tem a ver com a personalidade do turista ou com seu objetivo – se é para descanso ou para conhecer o máximo possível – tudo pode ser uma grande perda de tempo e dinheiro.

“Conheço pessoas que nunca tinham feito um mochilão e resolveram percorrer a Europa num mês e com 15 destinos no roteiro: foi muito pesado e voltaram a meio da viagem, simplesmente por não terem aguentado”, afirma Laura Capanema. Segundo a jornalista, é comum as pessoas confundirem viagens para conhecer lugares interessantes com as para descansar o corpo e a mente. Apesar de a união dos dois ser o ideal, isso nem sempre é possível.

ERRO: Levar muita coisa na mala

Carregar muito peso pode ser desconfortável quando se transporta a bagagem entre diferentes destinos e ainda é um obstáculo para quem gosta de fazer compras. De acordo com Adriana Setti, a regra: é melhor faltar do que sobrar.

“No mundo globalizado, a menos que se viaje para um lugar muito primitivo, há pouquíssimas coisas que possa precisar desesperadamente e que não consiga encontrar no destino em questão”, diz. Outro problema sério quando se está a fazer a mala é esquecer dos medicamentos que se costuma tomar, pois alguns só podem ser adquiridos com receita médica.

ERRO: Não pesquisar o clima do local

Frio e calor são apenas duas variações entre muitos tipos de condições climáticas que podem se tornar grandes dores de cabeça, caso o viajante não esteja preparado. Além de levar as roupas erradas, é possível que a pessoa ainda perca passeios, dependendo do tempo local. “O Sudeste Asiático, por exemplo, tem um calendário ultra complexo de monções. Em vários outros lugares (como Caribe, China, ilhas do Pacífico) pode deparar-se com enchentes, furacões, hotéis fechados e outros problemas incontornáveis, se não pesquisar como deve ser”, afirma.

ERRO: Hospedar-se num local longe das principais atrações

O hotel pode ser um peso na qualidade das viagens, quando são escolhidos hotéis mais distantes dos principais pontos da cidade visitada, no intuito de economizar. “É o típico barato que sai caro: no fim, gasta-se nos transportes e perde-se tempo”, diz Adriana Setti.

Por isso, pesquisar na internet é a melhor arma, segundo Laura Capanema. “Sites como o Booking e Tripadvisor são muito bons”, afirma.

ERRO: Em viagens acompanhadas, obrigar todos a fazer a mesma coisa

Seja em viagem com amigos, família ou cônjuge, Laura e Adriana concordam que obrigar todo mundo a fazer a mesma coisa pode gerar discussões e frustrações. Isto pode ser agravado quando os perfis, objetivos ou orçamentos dos viajantes são diferentes – o que pode estragar o passeio de um ou de todos.

Sair sozinho e marcar um ponto de encontro em determinado horário pode resolver a questão. Nesse caso, o erro da falta de pontualidade também pode gerar desentendimentos.

ERRO: Ignorar a cultura local

Não é muito difícil identificar um turista, principalmente em países onde os costumes diferem mais da cultura ocidentalizada. Quem está a viajar deve esforçar-se para compreender o idioma e os hábitos locais. 

“Vale saber se em tal país é obrigatório dar gorjeta no restaurante, se os habitantes locais são recetivos a certo tipo de vestuário (principalmente para os países muçulmanos), como são os hábitos locais em relação a bebidas alcoólicas, etc”, afirma Laura.

ERRO: Querer conhecer tudo em pouco tempo

Principalmente em viagens internacionais, que costumam ser mais caras e mais raras, a tentação de ver tudo que puder em pouco tempo é grande. Mas fazer um roteiro com lugares demais pode cansar além da conta e não permitir que o turista conheça, de facto, o destino.

“Acho que três dias é um tempo mínimo em cada destino, seja Botucatu ou Paris, uma vez que o dia da chegada e o dia da saída nem sempre são aproveitados ao máximo”, afirma Adriana, que costuma sempre dizer que “o mundo não vai acabar tão cedo”.