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domingo, 25 de março de 2012

Visita à Capela Sistina em Roma


Para quem quer conhecer ou recordar a Capela Sistina... 

oferece-vos uma visita a 360º ... 

Clique aqui.



domingo, 29 de janeiro de 2012

Cidade do Vaticano

A cidade do Vaticano é um Estado independente que se encontra encaixado no meio da cidade de Roma. E, penso eu, é o único caso em que um estado é todo ele património da humanidade. E não é para menos, todo ele é um museu. 
No Vaticano, o latim é a língua oficial oficial e a autoridade máxima o Papa. Tem uma população inferior a 1.000 habitantes.
Em frente à Basílica de São Pedro
Os locais mais importantes a visitar no Vaticano são a Basílica de São Pedro, a Praça de São Pedro, a Capela Sistina e os vários museus que podem ser encontrados neste pequeno estado, como a Arte Etrusca, o Museu de Arte Egípcia.
Praça de São Pedro
A fachada da Basílica de São Pedro
Basílica de São Pedro, a maior basílica ao mundo cuja superfície ultrapassa os 15.000 metros quadrados. No seu interior podemos admirar entre outras obras: a Pietá de Michelangelo, o corpo exposto ao fiés do Papa João XXIII, os preciosos mosaicos e o baldaquin de bronze obra de João Lourenço Bernini.
No final da vista à Basílica é possível subir à cúpula e apreciar a vista magnifica sobre a Praça de São Pedro e toda a sua zona envolvente.
O interior da Basílica
A cúpula vista por dentro.
A extraordinária vista da cúpula da Basílica.
A Praça de São Marcos vista da cúpula da Basílica.
Foi o papa Júlio II quem criou o primeiro recanto dentro do Vaticano destinado a receber sua coleção de arte. Assim em 1503 o Pátio Belvedere, construído pelo famoso arquiteto renascentista Bramante, tornava-se o primeiro dos muitos espaços que iriam integrar o grandioso Museu do Vaticano.
Aqui não é possível visitar apenas um museu, o bilhete inclui todas os recantos de arte.
Nesta panóplia de obras de arte encontramos o Museu Pio-Clementino, o Museu Chiaramonti, o Museu Gregoriano Etrusco, o Museu Gregoriano e  Egípcio, a Pinacoteca Vaticana, o Museu Missionário-Etnológico, o Museu Gregoriano Profano, o Museu Pio-Cristão e a Coleção de Arte Religiosa Moderna e Contemporânea, mas um dos pontos mais esperados da visita é a chegada a Capela Sistina, decorada com frescos de Miguel Ângelo, um dos grandes mestres do renascimento, possui uma riqueza de cores, detalhes e efeitos capazes de tirar o fôlego. 
As fotografias são proibidas na maioria dos espaços fechados do Museu... no entanto, não poderia deixar de violar a lei para trazer uma foto dos frescos da Capela Sistina... hehehe....
Jardim da Pinha
A foto proibida dos frescos de Miguel Ângelo
IR A ROMA E NÃO VER O PAPA... É UM MITO!

Vá a Roma e não se preocupe com o Papa. As hipóteses de vê-lo são limitadíssimas (eu ainda olhei para a janelinha dele) e, afinal, ele não é tão interessante como passear pela ‘Cidade Eterna’.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Veni, vidi, vici... Roma

Veni, vidi, vici... três simples palavras proferidas por César, a mim apetece reformular e dizer cheguei, vi e encantei-me!!

A cidade de Roma sempre foi um dos meus destinos de sonho. O coliseu, as fontes, os monumentos, a arte por todo lado, mergulhar na história...! E assim foi, Roma é um museu a céu aberto, é uma cidade moderna, agitada e ao mesmo tempo encantadora pela sua história.

Voltamos a Fevereiro de 2010 por 5 dias e... viaggio direttamente a Roma!

Fomos pela Easyjet de Lisboa para Fiumicino. Do aeroporto ao centro é relativamente fácil e existe uma variedade de ofertas a um preço acessível.

O que ver em Roma?


Coliseu, também conhecido como Anfiteatro Flaviano, localizado no centro de Roma, é uma exceção de entre os anfiteatros pelo seu volume e relevo arquitectónico. Originalmente capaz de albergar perto de 50 000 pessoas, e com 48 metros de altura, era usado para variados espetáculos.  De noite, iluminado, é de arrepiar...Imperdível!
Foi interessante ver de perto aquele monumento que conhecia desde criança dos livros de História... ainda consigo relembrar a sensação que foi subir as escadas do Metro e depara-me com aquele gigante... Uau!
Interior do Coliseu
Exterior do Coliseu
Arco de Constantino é um arco triunfal em Roma. Foi construído para comemorar a vitória de Constantino sobre Maxêncio na Batalha da Ponte Mílvio.
Arco Constantino
Forum Romano, mesmo ao lado do Coliseu, era o principal centro político, judicial, religioso e comercial da Roma Imperial. É um espaço aberto entre as colinas Palatina e Capitolina. Júlio César mandou construir o Templo de Júlio César, assim como Vespasiano; Tito mandou erguer um Arco de Triunfo. Nos últimos tempos do Império, o Forum foi enriquecido com alguns Edifícios Religiosos, Públicos e Administrativos. Com o declínio do Império Romano e o advento de Constantinopla começa o declínio do Forum.
Forum Romano
Fontana di Trevi é a mais famosa, a maior e mais ambiciosa construção de fontes barrocas da Itália. Foi construída em 1735 pelo arquiteto Salvi na época do papa Clemente XII.

Fontana di Trevi  de dia
Romântica... Toda a gente quer ver a Fontana di Trevi! Com o seu encanto... noite e dia! Não se esqueça de atirar uma moedinha de costas por cima do ombro e fazer um pedido para voltar para Roma!


Fontana di Trevi à noite
Panteão é uma das mais impressionantes obras da época Greco-Romana, construída no tempo do Imperador Adriano (117-138 d.C), pois é a única que se encontra em perfeito estado de conservação. Desde que foi construído que se manteve em uso: primeiro como templo dedicado a todos os deuses do panteão romano (daí o seu nome) e, desde o século VII, como templo cristão.
Panteão
Interior do Panteão 
Piazza della Rotunda
Castel Sant´ Angelo, também conhecido como Mausoléu de Adriano, localiza-se na margem direita do rio Tibre, diante da ponte Sant´Angelo. A origem do castelo é a de um mausoléu criado entre 130 e 139 para o Imperador Adriano.
Ponte Sant´Angelo
Castelo de Sant´Angelo
Piazza Navona é das praças mais famosas de Roma, repleta de turistas, restaurantes com esplanada, artistas de rua... É um belo cenário com a imponente Fontana dei Quattro Fiumi, esculpida por Bernini entre 1648 e 1651. Vale a pena passar umas horas a absorver este ambiente.
Fonte de Neptuno na Praça Navonna
Monumento Vittorio Emanuele II homenageia Vittorio Emanuele II, primeiro Rei de Itália Unificada. O mármore branco com que foi construído fá-lo destoar do resto da cidade, pelo que é apelidado de "Bolo da Noiva" pela sua forma. Em frente temos a Piazza Venezia.
Monumento a Vittorio Emanuele II
Praça de Veneza
Praça de Espanha é onde se encontra a Embaixada de Espanha. Nesta praça encontra-se muita coisa para desfrutar da arte e da história romana, lugares e possibilidades como a escada que foi mandada construir por Bento XIII no século XVIII, La Fontana Della Barcaccia, uma fonte feita durante o barroco por Pietro Bernini.
Praça de Espanha à noite
No alto da Piazza di Spagna e da monumental escadaria chamada Espanhola encontra-se a Trinità dei Monti, que deve ser a igreja mais fotografada de Roma, é um cartão-postal.
A escadaria Espanhola e a Igreja de Trinitá dei Monti
La Fontana Della Barcaccia na Praça de Espanha
O Campo de Fiori é uma praça localizada no centro de Roma, num bairro com o mesmo nome. Ali, todos os dias, menos aos domingos, ocorre um dos maiores mercados. No meio da praça há uma estátua, de 1881, em homenagem ao filósofo Giordano Bruno, queimado vivo naquele local em 17 de fevereiro de 1600 pela igreja católica na condição de herege, por ter afirmado, assim como Galileu Galilei, que a Terra é que girava em torno do Sol (e não o contrário, como apoiado pela igreja).
O Campo de Fiori é a única praça em Roma na qual não há pelo menos uma igreja. Em 1869 o antigo mercado de flores da Praça Navona (Piazza Navona) foi transferido para o Campo de Fiori. Além de flores, também são comercializados alimentos frescos.
Campo di Fiori
Bocca della Verità, uma curiosa escultura, supostamente uma tampa de esgoto da época de Nero, é uma das atrações turísticas da cidade. Durante a Idade Média foi-lhe atribuída a função de oráculo e de juiz popular nos casos de suspeita de infidelidade conjugal: o suspeito deveria meter a mão dentro da boca da figura e esta poderia decepá-la em caso de culpa. Ah, ah, ah... continuam a acreditar nisto, faz-se fila para lá colocar a mão!


A Bocca della Veritá encontra-se na Igreja Santa Maria in Cosmedin.
Igreja Santa Maria in Cosmedin
Circus Maximus foi uma arena antiga e local de entretenimento na antiga Roma. Hoje restam em pé algumas ruínas da sua estrutura, ou seja, um área descampada com pouca graça que é usada para praticar algumas  era ocupada por sua extensão é utilizada pelos romanos como uma área de lazer ao ar livre.
Circus Maximo
Piazza del Campidoglio projectada por Miguel Ângelo com a imponente estátua de Marco Aurélio ao centro situa-se no Monte Capitolino, uma das famosas sete colinas de Roma.
Piazza del Campidoglio


O Museu Capitolino é o mais antigo de toda a Europa. Com numerosas secções, alberga ricas colecções de antiguidades e uma importante pinacoteca do século XVI e XVII. De todas as obras expostas, é necessário destacar a mítica Loba Capitolina.




Enfim... imensas razões existem para ir a ROMA!

Tanto que ver... tanto que explorar... a capital da Itália é daquelas cidades para se andar muito, perder-se entre as praças e ruelas, comer bem, fazer compras e, principalmente, encantar-se com um pouco de história a cada esquina, literalmente.
Todos estes lugar vistos a qualquer hora do dia... tem o seu encanto!

E as pizzas têm outro sabor em Roma! Nham nham!...

Fotos soltas de Roma...








Espero voltar a Roma... 
o pedido ficou feito, tal como manda a tradição...

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Veneza... uma cidade única!



Veneza é uma cidade única, "a mais inverossímil das cidades" - segundo Thomas Mann. Construída sobre as águas, pairando acima do bem e do mal, a realidade da antiga República Sereníssima "ultrapassa a capacidade imaginativa do sonhador mais fantasioso" - escreveu Charles Dickens. 

Texto de Litiere C. Oliveira 


Cheguei a Veneza de comboio (vinda de Verona) e fiquei deslumbrada ao sair da estação Santa Lúcia e ver, logo ali em frente, o Grande Canal a fervilhar de gôndolas. 

Apanhámos o vaporetto (autocarro de carreira para nós) e aquela grande avenida de água, com as margens ocupadas por construções antigas, igrejas e palácios, cada detalhe carregando o peso de séculos de história mais parecia um postal ainda mais marcado pelo pôr-do-sol.

Posso-vos dizer que fiquei fascinada com Veneza desde aquele primeiro minuto até à chegada ao hotel, pois a primeira viagem no vaporreto levou-nos até à Praça de São Marcos e a pé até ao hotel respirei aquele anoitecer em Veneza.

O Hotel, pequenino e acolhedor, ficava a cerca de 3 minutos a pé até à Praça de São Marcos e aconselho-vos vivamente pois a relação preço/qualidade foi muito boa. Por baixo da janela do quarto tínhamos um canal bastante movimentado (o único que atravessa Veneza desde o Grande Canal até ao Mar e por onde passam aquataxis, além de gôndolas).





Veneza não é uma cidade muito grande e nem de difícil orientação mas confesso que é preciso estar muito atento pois torna-se labiríntica para quem anda distraído (mas confesso que tem a sua piada andar perdida em Veneza). 
Existem imensas indicações para os lugares centrais Rialto e San Marco que nos ajudam a orientar. Andar a pé é a melhor forma de conhecê-la, noite e dia vêem-se pessoas e não a achei nada perigosa ou insegura.

Percorrer Veneza a pé faz-nos parar constantemente para observar a tranquilidade com que se cruzam as gôndolas naqueles pequenos canais, mas sugiro também um viagem pelo Grande Canal... essa fizemo-la de vaporetto (um bilhete para 60 minutos custa 6€ por viagem e dar a volta ao Grande Canal demora aproximadamente esse tempo), arranjando um lugarzinho sentado vale bem a pena e sai bem barato. 
A cidade está dividida em seis partes (sestieri) e cada uma delas tem um ambiente diferente. Além dos seis sestieri que são o coração da cidades, existem também outras pequenas ilhas. 

De todas as cidades que já visitei, esta foi aquela que mais me convidou a não planear... e com prazer! Não planear, isto é, apenas passear, deambular, maravilhar-me e deslizar pelos canais de vaporetto ou gôndola (decidimos não passear de gondola pois os preços praticados excedem em grande conta os nossos planos, 80€ durante o dia e 100€ à noite para passeios de pouco mais de meia hora). 


Assim foi, e ao longo do caminho encontrei igrejas (atenção meninas que ombros e pernas "ao léu" não são permitidas nas igrejas de Veneza) e palazzos que fazem parte da história de Veneza há mais de mil anos. Bem, deixo-me agora de divagar e vou tentar descrever-vos os locais por onde passei.
San Marcos é o coração da cidade e é onde se vê a maior concentração de turistas, nele existem algumas das mais importantes atracções de Veneza. 

A praça de San Marcos, chamada pelo imperador francês Napoleão Bonaparte de "o mais belo salão da Europa", é o lugar mais baixo de Veneza, e quando a água sobe no Mar Adriático por tempestades ou excesso de chuva é o primeiro sítio a inundar-se. Nesta praça cercada por cafés seculares encontram-se várias atracções como a Basílica de San Marcos,  as Colunas de San Marcos e San Teodoro, a Torre dell'Orologio, o Palácio do Doge e a Campanile e as melhores vistas sobre o Grande Canal.
A Basílica de San Marco é considerada a obra-prima da arte bizantina fora do império do Oriente, constitui a síntese da história artística e política daquela cidade e o testemunho do apogeu de Bizâncio, tendo-se tornado num importante centro de peregrinação. Foi consagrada a São Marcos no século XI. As suas relíquias tinham sido levadas de Alexandria para a ilha de Rialto em 828. A basílica concluiu-se em 1096, mas o trabalho de decoração não terminou. Por isso, além do carácter bizantino do edifício, apresenta também influências românicas, góticas e renascentistas. A Basílica pode ser visitada gratuitamente mas não é permitida a entrada, como já tinha referido, com ombros e pernas descobertos.

Campanile é a torre mais alta de Veneza e pode ser visitada. Apesar de ser paga a sua subida, vale bem a pena apreciar a vista que ela nos oferece.

Não visitamos o Palácio do Doge, por isso não vou descrever o que não vi. Porém, anexado ao palácio existe a antiga prisão da cidade e a ligar os dois edifícios aparece a Ponte dos Suspiros que pode ser apreciada do lado de fora (é bonita, mas devido ao restauro dos edifícios a ponte encontrava-se ladeada de cartazes publicitários). Esta ponte é conotada com um simbolismo romântico, no entanto, conta a história que esta ponte era atravessada pelos prisioneiros e que nela suspiravam por ver pela última vez o mar de Veneza.

O Relógio que se encontra na Torre dell' Orologio foi constrúido por Codussi entre 1496 e 1499 e é um dos monumentos arquitetónicos mais fotografados de Veneza. O enorme quadrante situado sobre a porta de entrada da torre é uma obra-prima mecânica do final do século XV, construído por Giampaolo e Giancarlo Ranieri, artistas nascidos em Parma. O engenhoso aparelho indica as estações do ano, as horas e as fases da lua. Quando lá estive o relógio encontrava-se em reparação por isso não o podemos apreciar a funcionar.

As colunas de San Marco e San Teodoro marcam a antiga entrada da cidade, quando o único acesso era por mar, no entanto, durante muito tempo a população evitava passar entre elas porque poderia ser sinal de azar pois outrora foram utilizadas para executar os condenados à morte.

As pontes de Veneza dizem ser mais de 400... curtas, compridas, pequenas, grandes, discretas ou famosas. Vou descrever-vos as quatro mais conhecidas que atravessam o Grande Canal, excluindo claro a Ponte dos Suspiros de que já vos falei.


A Ponte dell Accademia é uma ponte em arco e de madeira que nos leva até à outra margem do Grande Canal para visitar a Chiesa di Santa Maria della Salute, um dos mais importantes exemplo do barroco Veneziano que conserva obras de Tiziano e Tintoretto.



A Ponte de Calatrava, uma moderna ponte construída em aço, pedra e vidro, gerou controvérsia em Itália.


Ponte degli Scalzi ou Ponte dos Descalços é a primeira a ser atravessada quando se chega de comboio a Veneza, de um arco único e em pedra Ístria, substituiu a antiga de ferro construida em 1858.

Ponte de Rialto é a ponte mais velha construída sobre o Grande Canal e durante décadas a única ligação entre os seus dois lados. A ponte que hoje podemos visitar foi construída entre 1588-1591, por António da Ponte. 
Esta ponte fez-me pensar na Ponte Vecchio em Florença pois sobre ela existem uma série de lojas que actualmente vendem todo o tipo de recordações de Veneza.

Visitamos também a Ilha de Murano (a cerca de 30 minutos de Veneza) cuja principal atracção são as fabricas de vidro onde se podem apreciar os sopradores a criarem peças únicas de todos os tipos e para todos os gosto.


Como vos disse não foi uma estadia planeada como é costume por isso deixo-vos uma ideia da cidade para que não se sintam tão perdidos!

Em relação à paparoca posso dizer que não é nada barata... quer dizer, as pizzas e massas são bastante acessíveis (em média 10/11€ uma pizza) mas os pratos de carne e as bebidas, upa upa... só para vos dar uma noção, uma coca-cola de 0,50lts num restaurante em frente ao mar pode custar até 7 Euros... Vejam os preços no menu antes de pedir. 

Os gelados são uma delicia e baratos....

No final de cada refeição lá temos de pedir a conta e não se surpreendam com o "coperto" que é uma taxa que eles cobram pelo serviço... em alguns restaurantes têm um valor fixo por pessoa e noutros corresponde a 10% do valor total da despesa...! Meus caros nada de deixar gorjeta!!!


No último dia e para chegar ao aeroporto, compramos um bilhete da Alilaguna que custou 16€ e levou-nos até ao aeroporto em 50 minutos. Existiam outras opções que nos poderiam levar até à Praça de Roma de barco e depois de autocarro até o aeroporto, no entanto, achamos a primeira opção mais confortável.

Deixo aqui para finalizar uma sequência de fotos de Veneza...
Praça de San Marcos vista do vaporetto.
Vista do Campanile.

A Basílica de San Marcos vista do Campanile.
Veneza não para.
Movimento no Grand Canal visto da Ponte da Academia
Praça de San Marcos
Um canal
Carabininieri sempre a controlar.
Se fosse como em Portugal os taxistas eram multados a toda a hora... passam a vida  ao telemóvel.
Gôndola à entrada do Grand Canal e ao fundo o Sestieri Dorsoduro
Taxistas no Grand Canal junto à ponte dos Descalços, este levou-nos a Murano.
Artistas de rua retratam momentos de Veneza
Veneza fervilha de Turistas
São Marcos e o Leão na fachada da Basílica
Movimento de gondolas num canal

Uma das imensas pontes de Veneza
Hard Rock Café Venezia
Brevemente um novo post sobre Veneza elaborado pelo meu companheiro perfeito de viagem... aquele que alimenta a minha vontade de conhecer e explorar novas realidades...